Abrem-se as pestanas e posso ver, sem uma qualquer vontade ou aflição, sem uma qualquer opinião ou análise, sem uma qualquer ilusão.
Abre-se a retina fundida na leveza do Ser, e os pássaros cantam à desgarrada numa aliança com o íntimo silêncio.
Abrem-se braços, muitos braços, onde me afundo em gratidão e gentilmente amo cada pedaço de casa, cada pedaço de paraíso.
É um local de paz interna, um local de alegria, que pulsa em cada pedaço de mim.
Aqui tão perto.
Aqui.
Agora.
Tão perto, apenas à distância de um abrir de olhos… a verdade é gerada… pela minha consciência.
Encontro o local mais sagrado que já alguma vez vi.
E encontrei-o dentro de mim.

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