Vamos a mais um círculo Mulher-Terra, desta vez de lua nova, para podermos mergulhar um pouco no escuro e daí extrair a luz que pulsa, do feminino em nós.

E como a lua nova é tempo de plantar novas sementes, e já diz o ditado: “Em Outubro, pega tudo.”
Assim como a semente se lança à terra, deixa de ser semente, morre para a realidade aparentemente inerte da semente e passa a ser um broto cheio de força e de vida.
Em todos os nossos ciclos menstruais encaramos a morte, a partir do sangue que põe fim a um ciclo e logo começa outro. Parece simples de dizer, mas sem menstruação não haveria ovulação, sem morte não haveria vida.

Aproveitando a época do Samhain, a morte na Roda do Ano, o véu entre o consciente e o inconsciente, entre o visto e o oculto é fino; também a fronteira entre a morte e a vida é fina,… vamos caminhar nessa linha.
É difícil plantar algo novo se temos medo da morte, sem morte ficaríamos iguais para sempre, presas na mesma realidade, finitamente presas no mesmo sítio. Sem morte perdemos a possibilidade de criar.
Para plantar algo novo, que deixamos morrer? Vamos olhar a morte de frente? Ou pelo menos espreitar para além do véu das aparências?

TROCA ENERGÉTICA: 20 euros ou 15 euros para mulheres que ja participaram nos círculos Mulher-Terra.

Se trouxeres uma amiga, têm 5 euros de desconto cada uma 😉

Inscrições necessárias para o email: geral@anacarvalhoterapias.com ou 918 568 123